A CPFL Energia dá o próximo passo em sua trajetória ESG. Após antecipar o cumprimento de metas estruturais e consolidar avanços relevantes desde 2023, a companhia evolui seu plano para o ciclo até 2030, reforçando a integração do ESG à gestão do negócio e o alinhamento às expectativas crescentes de mercado, investidores e sociedade.
O contexto ajuda a explicar esse movimento: um ambiente regulatório mais rigoroso, maior exposição a riscos climáticos e um cenário de investimentos que exige consistência, transparência e governança na agenda ESG. Diante desse quadro, a CPFL revisitou sua estratégia de forma estruturada, buscando mais clareza, disciplina e conexão entre compromissos e operação.
Aqui exemplos de compromissos que marcaram o primeiro ciclo do plano deixaram de ser apenas metas e passaram a operar como processos, políticas e rotinas de gestão.
Geração de energia 100% renovável: meta estrutural antecipada em relação ao horizonte original do plano e consolidada como diretriz do negócio.
Economia circular e cadeia reversa estruturadas: 100% dos principais componentes da rede de distribuição destinados à reciclagem ou a sistemas de logística reversa, com processo formalizado. A venda e o reaproveitamento de sucata passaram a operar como rotina, com geração de receita e redução de resíduos.
Com essa base consolidada, ao longo de 2025 a companhia conduziu uma revisão estratégica ampla do Plano ESG 2030. O processo incluiu análises de materialidade, benchmarking com empresas do setor elétrico e de outros segmentos, estudos de mercado e diálogos qualificados com stakeholders. O resultado é um plano que reflete tanto a maturidade construída nos últimos anos quanto as demandas atuais do ambiente regulatório e financeiro.
“Muitos compromissos se tornaram processos, incorporados à nossa gestão. A partir disso, avançamos com mais robustez, governança sólida e alinhamento às expectativas do setor elétrico e do mercado”, afirma Rodolfo Sirol, diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CPFL Energia.
A partir de 2026, o Plano ESG da CPFL passa a operar com uma estrutura mais integrada, organizada em pilares estratégicos conectados aos desafios do setor elétrico. A governança corporativa atua como base transversal do modelo, assegurando que o ESG esteja incorporado à estratégia, aos processos e ao acompanhamento contínuo de resultados.
Mais do que uma revisão pontual, esse movimento consolida um modelo no qual compromissos e gestão caminham juntos, com consistência, disciplina e visão de longo prazo rumo a 2030.
O novo ciclo do Plano ESG da CPFL está organizado em três pilares estratégicos, sustentados por uma governança corporativa transversal, que assegura integridade, acompanhamento e disciplina de execução dos 18 compromissos:
Reúne os compromissos relacionados à transição energética, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, resiliência dos ativos e confiabilidade do sistema elétrico, incluindo geração renovável, neutralidade de carbono, soluções de baixo carbono e segurança energética.
Abrange temas ligados à eficiência operacional e ao uso responsável de recursos naturais, como ecoeficiência, economia circular, inovação, digitalização, gestão de ativos e desenvolvimento de soluções energéticas inteligentes.
Concentra os compromissos voltados às pessoas, clientes e comunidades, incluindo segurança, diversidade, relacionamento com clientes, desenvolvimento social, eficiência energética em serviços essenciais e fortalecimento da cadeia de fornecedores.