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Grupo CPFL evolui estratégia ESG rumo a 2030 após antecipar metas e consolidar resultados

Data:
19/02/2026
Escrito por:
Assessoria de imprensa

A CPFL Energia dá o próximo passo em sua trajetória ESG. Após antecipar o cumprimento de metas estruturais e consolidar avanços relevantes desde 2023, a companhia evolui seu plano para o ciclo até 2030, reforçando a integração do ESG à gestão do negócio e o alinhamento às expectativas crescentes de mercado, investidores e sociedade.


O contexto ajuda a explicar esse movimento: um ambiente regulatório mais rigoroso, maior exposição a riscos climáticos e um cenário de investimentos que exige consistência, transparência e governança na agenda ESG. Diante desse quadro, a CPFL revisitou sua estratégia de forma estruturada, buscando mais clareza, disciplina e conexão entre compromissos e operação.


De metas a processos: o que já está consolidado

Aqui exemplos de compromissos que marcaram o primeiro ciclo do plano deixaram de ser apenas metas e passaram a operar como processos, políticas e rotinas de gestão.




  • Energia e clima



Geração de energia 100% renovável: meta estrutural antecipada em relação ao horizonte original do plano e consolidada como diretriz do negócio.




  • Ecoeficiência e operações sustentáveis



Economia circular e cadeia reversa estruturadas: 100% dos principais componentes da rede de distribuição destinados à reciclagem ou a sistemas de logística reversa, com processo formalizado. A venda e o reaproveitamento de sucata passaram a operar como rotina, com geração de receita e redução de resíduos.


Revisão estratégica: como a CPFL redesenhou o próximo ciclo

Com essa base consolidada, ao longo de 2025 a companhia conduziu uma revisão estratégica ampla do Plano ESG 2030. O processo incluiu análises de materialidade, benchmarking com empresas do setor elétrico e de outros segmentos, estudos de mercado e diálogos qualificados com stakeholders. O resultado é um plano que reflete tanto a maturidade construída nos últimos anos quanto as demandas atuais do ambiente regulatório e financeiro.


“Muitos compromissos se tornaram processos, incorporados à nossa gestão. A partir disso, avançamos com mais robustez, governança sólida e alinhamento às expectativas do setor elétrico e do mercado”, afirma Rodolfo Sirol, diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CPFL Energia.


Governança na base, maturidade no horizonte

A partir de 2026, o Plano ESG da CPFL passa a operar com uma estrutura mais integrada, organizada em pilares estratégicos conectados aos desafios do setor elétrico. A governança corporativa atua como base transversal do modelo, assegurando que o ESG esteja incorporado à estratégia, aos processos e ao acompanhamento contínuo de resultados.


Mais do que uma revisão pontual, esse movimento consolida um modelo no qual compromissos e gestão caminham juntos, com consistência, disciplina e visão de longo prazo rumo a 2030.


Estrutura do Plano ESG 2030 – a partir de 2026

O novo ciclo do Plano ESG da CPFL está organizado em três pilares estratégicos, sustentados por uma governança corporativa transversal, que assegura integridade, acompanhamento e disciplina de execução dos 18 compromissos:


Baixo carbono e segurança energética

Reúne os compromissos relacionados à transição energética, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, resiliência dos ativos e confiabilidade do sistema elétrico, incluindo geração renovável, neutralidade de carbono, soluções de baixo carbono e segurança energética.


Operações inteligentes e sustentáveis

Abrange temas ligados à eficiência operacional e ao uso responsável de recursos naturais, como ecoeficiência, economia circular, inovação, digitalização, gestão de ativos e desenvolvimento de soluções energéticas inteligentes.


Valor compartilhado com a sociedade

Concentra os compromissos voltados às pessoas, clientes e comunidades, incluindo segurança, diversidade, relacionamento com clientes, desenvolvimento social, eficiência energética em serviços essenciais e fortalecimento da cadeia de fornecedores.