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Região Metropolitana recebe R$ 263 milhões em investimentos na rede elétrica

Data:
23/02/2026
Escrito por:
Assessoria de imprensa

A Região Metropolitana recebeu mais de R$ 263 milhões em investimentos da CPFL RGE ao longo de 2025, destinados ao reforço, modernização e ampliação da rede elétrica. As entregas do ano priorizaram resiliência, automação e adaptação climática, beneficiando milhões de clientes da área de concessão.


No período, 3.380 postes foram substituídos por estruturas mais modernas, aumentando a segurança e a confiabilidade do sistema. Também foram 268 quilômetros de redes de média tensão construídos ou reformados, reduzindo vulnerabilidades a eventos climáticos extremos e ampliando a capacidade de atendimento na região. Além disso, foram instalados 80 novos religadores telecomandados, que permitem isolar falhas e restabelecer energia de forma remota em segundos.


Além disso, entre as grandes obras executadas pela distribuidora na região, destacam-se a construção das Subestações Nova Santa Rita 2, Gravataí 4 e Igrejinha, além de demais ampliações de subestações existentes. Com investimento total de mais de R$ 280 milhões, beneficiarão diretamente mais de 120 mil clientes dos municípios.


“As entregas feitas na região Metropolitana refletem nosso compromisso com redes mais resilientes e com a melhoria contínua da qualidade do fornecimento. O cenário climático exige investimentos estruturais consistentes, e estamos atuando para garantir um sistema preparado para eventos extremos”, afirma Ricardo Dalan, diretor‑presidente da CPFL RGE.


Cidades‑destaque da Região Metropolitana

Os dados mostram municípios com forte avanço em obras e automação em 2025:



  • Gravataí (R$ 46,5 milhões)

  • Novo Hamburgo (R$ 37,3 milhões)

  • Nova Santa Rita (R$ 32,5 milhões)

  • Canoas (R$ 18 milhões)

  • São Leopoldo (R$ 17,7 milhões)

  • Esteio (R$ 13 milhões)


Inovação e tecnologia para resposta mais rápida


Com os novos religadores, a Região Metropolitana passou a operar 1.299 equipamentos desse tipo. A tecnologia permite identificação automática de falhas, manobras remotas diretamente do centro de operações, redução do tempo de restabelecimento e menor necessidade de deslocamento de equipes.Os investimentos na região metropolitana fazem parte do montante previsto no ciclo 2025–2029, que prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos apenas na CPFL RGE.