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Simulado da CPFL Renováveis mobiliza comunidades de Americana e Limeira em exercício de segurança

Data:
09/09/2026
Escrito por:
Assessoria de Imprensa

Sirenes, rotas de fuga e pontos de encontro saíram do papel nesta quarta-feira (09), durante o simulado de emergência da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Americana, realizado pela CPFL Renováveis em parceria com as Defesas Civis de Americana, Santa Bárbara D’Oeste e Limeira. O exercício envolveu cerca de 40 pessoas e colocou em prática os procedimentos previstos no Plano de Ação de Emergência (PAE) da usina.


A atividade permitiu testar a dinâmica prevista numa eventual emergência. Após o acionamento do alerta, os moradores e trabalhadores se deslocaram pelas rotas de fuga sinalizadas até os locais previamente estabelecidos, enquanto as equipes envolvidas acompanharam a execução do exercício.


“A barragem é segura, essa é uma situação hipotética, uma simulação. O objetivo é que cada órgão entenda sua função e, numa eventualidade, dar todo apoio a população”, explica Arthur Mantese, gerente de Segurança de Barragens da CPFL Energia.


Equipes da CPFL Renováveis, das Defesas Civis de Americana, Santa Bárbara D’Oeste e Limeira, da Defesa Civil do Estado de São Paulo, do Corpo de Bombeiros, SAMU e de outras instituições envolvidas na resposta a emergências também realizaram um simulado de mesa para testar a integração entre os órgãos e os fluxos de comunicação previstos no PAE.


Os exercícios de evacuação são realizados a cada três anos, conforme a legislação brasileira de segurança de barragens para os empreendimentos com a exigência do plano emergencial. O simulado desta quarta-feira dá continuidade ao trabalho de preparação realizado pela CPFL Renováveis na região desde 2024.


“Repito: nossa barragem é segura, é monitorada, inspecionada e passa por manutenções permanentes. Mantemos a segurança sempre em primeiro lugar”, afirma Mantese.A PCH Americana também conta com o Centro de Operação de Contingência dos Ativos de Geração Renovável, inaugurado em Americana em 2025, que permite manter o monitoramento remoto das usinas mesmo em contextos excepcionais. A unidade reforça a resiliência das operações, fortalecendo a capacidade de resposta da companhia.





(Divulgação/CPFL Energia)





(Divulgação/CPFL Energia)