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CPFL Piratininga flagra furto de energia em hortifruti e hotel em Santos

Data:
09/10/2026
Escrito por:
Assessoria de imprensa

Em inspeções realizadas esta semana com apoio policial, equipes da CPFL Piratininga identificaram fraudes nas instalações elétricas de um hortifruti e de um estabelecimento que reúne hotel e bar, em Santos.


No hortifruti, localizado no bairro Campo Grande, a equipe constatou a substituição do medidor eletrônico original por um equipamento eletromecânico, caracterizando adulteração da medição. A fraude foi desfeita e a instalação, regularizada. As autoridades policiais também foram notificadas sobre o agravante de subtração e receptação de medidores.


No hotel e bar, no bairro Paquetá, a equipe identificou um desvio de energia embutido no piso concretado do estacionamento, que burlava o registro integral do consumo pela medição. Equipes regularizaram a instalação.


A Polícia Científica realizou perícia em ambos os locais e foram registrados boletins de ocorrência. A CPFL Piratininga calculará a energia consumida e não faturada para cobrar os valores dos responsáveis.


Balanço

Na Baixada Santista, a CPFL Piratininga identificou 6.327 fraudes e furtos de energia nos oito primeiros meses de 2026. Entre os casos, 517 foram identificados a partir de denúncias. No mesmo período, as inspeções permitiram recuperar 4.459 MWh de energia desviada.


A distribuidora mantém ações contínuas de fiscalização para garantir a qualidade e a segurança do sistema elétrico, com inspeções em campo, análises técnicas, apuração de denúncias da população e operações com apoio das autoridades policiais.


O furto de energia pode sobrecarregar a rede elétrica, provocar interrupções no fornecimento e causar curtos-circuitos, incêndios e choques elétricos, colocando em risco a segurança da população.


A CPFL reforça que a prática é crime previsto no Código Penal Brasileiro. E a Lei nº 15.397/2026 aumentou a pena para o furto simples, de um a quatro anos para um a seis anos de prisão, além de multa. Como a pena máxima supera quatro anos, a concessão de fiança em flagrante deixa de ser atribuição do delegado e passa a depender de decisão judicial.


Situações suspeitas podem ser denunciadas de forma anônima e segura pelo aplicativo CPFL Energia ou pelo site www.cpfl.com.br/fraude.





(Divulgação/CPFL Piratininga)